quinta-feira, março 23, 2006

Inovação Tecnológica

Rui Moura (1997), num artigo publicado na Revista Dirigir, escreve sobre as qualificações, competências e culturas organizacionais.
Começa por falar de culturas organizacionais e estratégias empresariais, depois debruça-se sobre as configurações estruturais e faz uma abordagem ao trabalho e às culturas organizacionais face à modernização. No final debruça-se sobre a inovação tecnológica, e neste capítulo, Rui Moura afirma que "o paradigma das tecnologias de informação exige uma nova sociedade do saber, assente em qualificações, institui a democratização da informação (no sentido em que tende à horizontalidade e está disponível) e provoca o colapso do tempo de recepção da informação(Naisbitt, 1984)."
Segundo o autor, esta realidade remete-nos para a "descentralização e a cooperação auto-regulada, assente numa organização qualificante policentrada tendente à concretização de uma organização do saber."
Assim, "as inovações tecnológicas contribuem decisivamente para alterações significativas nas formas de produzir das empresas."

Dirigir

quarta-feira, março 22, 2006

"A etiqueta só vigora se o chefe for uma mulher"

Esta é a opinião de Isabel Amaral, especialista em protocolo, divulgada num artigo publicado recentemente na revista Exame Executiva.
Isabel Amaral foi assessora de Cavaco Silva, então primeiro-ministro e é actualmente coordenadora do curso de pós-graduação em Imagem, Protocolo e Organização de Eventos, no ISLA. É autora dos livros "Imagem e Sucesso" e "Imagem e Internacionalização", das edições Verbo.
Na sua opinião, "no Estado ou nas empresas as regras protocolares destinam-se a afirmar e a encenar o poder constituído."
Por outro lado, "sobre a cortesia prevalece a hierarquia. É o chefe quem mais ordena" e "a etiqueta só vigora se o chefe for uma mulher."
Isabel Amaral refere que em actos oficiais ou eventos empresariais quem ocupa o melhor lugar "é sempre quem tem mais poder, quem é mais importante, independentemente do sexo ou da idade" e quem tem o poder nos cumprimentos é também quem manda. Portanto, "sobre a cortesia, prevalece, sempre, a hierarquia. É o chefe, o patrão, o presidente quem mais ordena."
Por isso, conclui que "a única forma que há para que as normas do protocolo não contrariem as tradicionais regras de cortesia - e que a mulher não perca, nesta matéria, os direitos ou as prerrogativas que tradicionalmente detinha - é conseguir que chefe, patrão, presidente sejam, todos, do sexo feminino."

segunda-feira, março 13, 2006

Comportamento ao telemóvel

A revista "Just Leader" publica na área de Protocolo as regras de utilização correcta do telemóvel.
Segundo a JL, "o telemóvel tornou-se, na última década, numa ferramenta cada vez mais indispensável no dia-a-dia de um executivo. Mas, como tudo, também tem regras de utilização."
As principais regras referidas pela JL são:

  • Não utilizar o telemóvel para chamadas particulares;
  • Desligar o telemóvel ou retirar o som durante as reuniões;
  • Se for urgente, deve-se pedir desculpa e atender noutro local, tal como durante um almoço ou jantar;
  • Deve-se responder a todos os clientes, mesmo aqueles de quem não se gosta;
  • É melhor contactar alguém através da rede fixa, se ela estiver disponível e o destinatário tiver nº de rede fixa, do que através de telemóvel;
  • Nunca deixar o outro "pendurado" se não for de extrema importância;
  • Não ligar para o nº pessoal de alguém se tiver chegado a esse número através de uma terceira pessoa, a não ser que seja de extrema importância.

quinta-feira, março 09, 2006

Prós e Contras do Teletrabalho

Trabalhar em casa não é para qualquer pessoa. É indispensável reunir alguns requisitos como uma forte capacidade de se ajustar ao factor isolamento, de se auto-supervisionar, de gerir o tempo disponível e de adaptação ao uso das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação.
Vantagens:
  • Diminuição do stress;
  • Gestão do tempo;
  • Disponibilidade para a família;
  • Autocontrolo sobre o ritmo de trabalho;
  • Ser o seu próprio chefe.

Desvantagens:

  • Ausência de colegas;
  • Isolamento;
  • Dificuldade de separar a vida profissional da pessoal;
  • Dificuldade de adaptação novamente a um emprego fora de casa.

Fonte: LIMA, Susana, Ed.

quarta-feira, março 08, 2006

A VoIP

Inês Marujo, num artigo publicado na revista Ed. Pessoas, Ideias e Negócios refere que "as redes fixas e as operadoras de telemóveis, tal como as conhecemos hoje em dia, podem ter os dias contados. A VoIP veio para ficar e está a revolucionar o mercado das telecomunicações. Aliás, espera-se que em 2009 represente já 2% do total das comunicações."
No artigo, a autora define a voz sobre IP (VoIP) como "a tecnologia através da qual a informação de voz é digitalizada e transmitida utilizando a infra-estrutura da internet(protocolo IP)."
São apresentados vários softwares que permitem ao utilizador realizar comunicações usando este serviço. O destaque vai entretanto para o Skype, que já verificou que "30% dos seus 61 milhões de utilizadores registados utiliza o seu serviço nas chamadas de trabalho."