domingo, abril 23, 2006

Netiquette, de Virginia Shea

SHEA, V. (1997), Netiquette. Albion Boorks.
Eis um livro interessante sobre etiqueta na internet.
Está disponível em papel para aquisição e também está disponível (na íntegra) on-line para consulta.

Ver Indice

Informações da autora: Virginia Shea

sexta-feira, abril 14, 2006

Investimento nas TIC

Magali Tarouca, num artigo publicado na BIT, afirma que "apesar de ainda se encontrar muito atrás dos países europeus mais desenvolvidos, Portugal investe cada vez mais nas tecnologias de informação".
De acordo com um estudo recente realizado pela IDC, até 2009 Portugal irá crescer acima da média europeia, ou seja, 7,8 %, quando para a Europa se prevê um crescimento de 5,8%.
Segundo outro estudo realizado pelo INE, 91% das empresas com 10 ou mais trabalhadores utilizam PC's e 82% têm e-mail e acesso à Internet.


quinta-feira, março 23, 2006

Inovação Tecnológica

Rui Moura (1997), num artigo publicado na Revista Dirigir, escreve sobre as qualificações, competências e culturas organizacionais.
Começa por falar de culturas organizacionais e estratégias empresariais, depois debruça-se sobre as configurações estruturais e faz uma abordagem ao trabalho e às culturas organizacionais face à modernização. No final debruça-se sobre a inovação tecnológica, e neste capítulo, Rui Moura afirma que "o paradigma das tecnologias de informação exige uma nova sociedade do saber, assente em qualificações, institui a democratização da informação (no sentido em que tende à horizontalidade e está disponível) e provoca o colapso do tempo de recepção da informação(Naisbitt, 1984)."
Segundo o autor, esta realidade remete-nos para a "descentralização e a cooperação auto-regulada, assente numa organização qualificante policentrada tendente à concretização de uma organização do saber."
Assim, "as inovações tecnológicas contribuem decisivamente para alterações significativas nas formas de produzir das empresas."

Dirigir

quarta-feira, março 22, 2006

"A etiqueta só vigora se o chefe for uma mulher"

Esta é a opinião de Isabel Amaral, especialista em protocolo, divulgada num artigo publicado recentemente na revista Exame Executiva.
Isabel Amaral foi assessora de Cavaco Silva, então primeiro-ministro e é actualmente coordenadora do curso de pós-graduação em Imagem, Protocolo e Organização de Eventos, no ISLA. É autora dos livros "Imagem e Sucesso" e "Imagem e Internacionalização", das edições Verbo.
Na sua opinião, "no Estado ou nas empresas as regras protocolares destinam-se a afirmar e a encenar o poder constituído."
Por outro lado, "sobre a cortesia prevalece a hierarquia. É o chefe quem mais ordena" e "a etiqueta só vigora se o chefe for uma mulher."
Isabel Amaral refere que em actos oficiais ou eventos empresariais quem ocupa o melhor lugar "é sempre quem tem mais poder, quem é mais importante, independentemente do sexo ou da idade" e quem tem o poder nos cumprimentos é também quem manda. Portanto, "sobre a cortesia, prevalece, sempre, a hierarquia. É o chefe, o patrão, o presidente quem mais ordena."
Por isso, conclui que "a única forma que há para que as normas do protocolo não contrariem as tradicionais regras de cortesia - e que a mulher não perca, nesta matéria, os direitos ou as prerrogativas que tradicionalmente detinha - é conseguir que chefe, patrão, presidente sejam, todos, do sexo feminino."

segunda-feira, março 13, 2006

Comportamento ao telemóvel

A revista "Just Leader" publica na área de Protocolo as regras de utilização correcta do telemóvel.
Segundo a JL, "o telemóvel tornou-se, na última década, numa ferramenta cada vez mais indispensável no dia-a-dia de um executivo. Mas, como tudo, também tem regras de utilização."
As principais regras referidas pela JL são:

  • Não utilizar o telemóvel para chamadas particulares;
  • Desligar o telemóvel ou retirar o som durante as reuniões;
  • Se for urgente, deve-se pedir desculpa e atender noutro local, tal como durante um almoço ou jantar;
  • Deve-se responder a todos os clientes, mesmo aqueles de quem não se gosta;
  • É melhor contactar alguém através da rede fixa, se ela estiver disponível e o destinatário tiver nº de rede fixa, do que através de telemóvel;
  • Nunca deixar o outro "pendurado" se não for de extrema importância;
  • Não ligar para o nº pessoal de alguém se tiver chegado a esse número através de uma terceira pessoa, a não ser que seja de extrema importância.

quinta-feira, março 09, 2006

Prós e Contras do Teletrabalho

Trabalhar em casa não é para qualquer pessoa. É indispensável reunir alguns requisitos como uma forte capacidade de se ajustar ao factor isolamento, de se auto-supervisionar, de gerir o tempo disponível e de adaptação ao uso das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação.
Vantagens:
  • Diminuição do stress;
  • Gestão do tempo;
  • Disponibilidade para a família;
  • Autocontrolo sobre o ritmo de trabalho;
  • Ser o seu próprio chefe.

Desvantagens:

  • Ausência de colegas;
  • Isolamento;
  • Dificuldade de separar a vida profissional da pessoal;
  • Dificuldade de adaptação novamente a um emprego fora de casa.

Fonte: LIMA, Susana, Ed.

quarta-feira, março 08, 2006

A VoIP

Inês Marujo, num artigo publicado na revista Ed. Pessoas, Ideias e Negócios refere que "as redes fixas e as operadoras de telemóveis, tal como as conhecemos hoje em dia, podem ter os dias contados. A VoIP veio para ficar e está a revolucionar o mercado das telecomunicações. Aliás, espera-se que em 2009 represente já 2% do total das comunicações."
No artigo, a autora define a voz sobre IP (VoIP) como "a tecnologia através da qual a informação de voz é digitalizada e transmitida utilizando a infra-estrutura da internet(protocolo IP)."
São apresentados vários softwares que permitem ao utilizador realizar comunicações usando este serviço. O destaque vai entretanto para o Skype, que já verificou que "30% dos seus 61 milhões de utilizadores registados utiliza o seu serviço nas chamadas de trabalho."

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Enterprise Communication

Num artigo publicado na Revista Portuguesa de Marketing, Nuno Melo Silva, Responsável de Comunicação do Credit Lyonnais Portugal e docente no IAPM, analisa o conceito de comunicação fazendo uma reorganização temática em torno da comunicação interna na empresa, tendo chegado às seguintes conclusões:
"O grande desafio da empresa moderna consiste em mudar mentalidades por forma a enfrentar com sucesso o fenómeno de mudança generalizada";
"Comunicar tornou-se vital para a empresa: A gestão necessita da comunicação para transformar a mudança em oportunidades";
"A comunicação, para ser eficaz, deve (e tem que) ser profunda, abrangente, coerente, adaptada, forte, inteligente e original";
"...vai haver um reforço do discurso institucional, da comunicação interna e das formas de comunicação directas. A diferenciação será estabelecida com base na política de imagem";
Segundo o autor, o objectivo último da comunicação empresarial é "construir capital de confiança e capital económico-financeiro".
O artigo está publicado na íntegra na edição nº4, ano 1, da RPM.